DEUS me fez e me dá vida.




O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida.
(Provérbios 33: 4)




Tu és a minha esperança.



Dá-me a conhecer,Senhor,o meu fim e qual a soma dos meus dias,para que eu reconheça a minha fragilidade.Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos;à Tua presença,o prazo da minha vida é nada.Na verdade,todo homem, por mais firme que esteja,é pura vaidade.Com efeito , passa o homem como uma sombra;em vão se inquieta;amontoa tesouros e não sabe quem os levará.E eu,Senhor,que espero?

Tu és a minha esperança.


Lindo demais!!!


"Pois no mesmo fogo, o ouro dá brilho e a palha vira fumaça; debaixo da mesma debulhadora o talo é esmagado e o grão debulhado; a borra não é confundida com o óleo porque ambos saem do mesmo lagar. Assim, também, a onda de dificuldades testará, purificará e melhorará os bons, mas socará, esmagará e arrastará para longe os maus. Assim é que, sob o peso da mesma aflição, os ímpios negam e blasfemam de Deus, ao passo que os justos oram a ELE e o louvam. A diferença não está no que as pessoas sofrem, mas no modo que elas sofrem. A mesma sacudida que faz feder a água fedorenta faz o perfume exalar o mais agradável cheiro. (Agostinho)

A miniatura da manifestação do Reino



 Mateus 17:1 diz "Seis dias depois, tomou Jesus Consigo a Pedro, a Tiago e a seu irmão João, e os levou, em particular, a um alto monte". Uma vez que a transfiguração do Senhor aconteceu seis dias após as revelações concernentes a Cristo e à igreja no capítulo 16 (dadas no sopé do monte Hermon), o alto monte aqui deve ser no monte Hermon. Para receber a revelação relativa a cristo e à igreja, precisamos estar longe do ambiente religioso; mas para ter a visão do Cristo transfigurado, precisamos estar num alto monte, bem acima do nível terreno.
         O versículo 2 diz: "E foi transfigurado diante deles; o Seu rosto resplandeceu como o sol. e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz". Poucos  cristãos percebem que a transfiguração de Cristo foi Sua vinda em Seu Reino.(...) De certo modo, o Senhor voltará dos céus; mas de outro, Ele sairá de nós. Quando Ele manifestar plenamente Sua Pessoa a partir de nós, então será o tempo da Sua volta. Comparando Mateus 17:1 com 16:28, Sua vinda foi Sua transfiguração e Sua transfiguração foi Sua glorificação. Quando Ele foi transfigurado, Ele foi glorificado.
       (...) Onde Sua transfiguração esta, lá a vinda do reino também está. A vinda do reino é a glorificação do Senhor, Sua transfiguração; e Sua glorificação é Sua humanidade estando saturada de Sua divindade. Esse é o significado da transfiguração.
       Na transfiguração de cristo, Sua humanidade foi glorificada; ela foi introduzida na glória de Deus. Antes daquela hora, Deus estava Nele, mas Sua humanidade não estava na glória de Deus. Em Sua transfiguração, Sua humanidade foi totalmente saturada de Sua divindade gloriosa. Na manifestação vindoura do reino, Cristo será assim.
         O dia virá em que não somente veremos isso, mas também o experimentaremos nós mesmos. Agora temos a vida divina com a natureza divina dentro de nós. No entanto, ainda temos nossa humanidade natural. Não importa quanto espirituais e santos sejamos, nossa humanidade ainda é natural. Ela não foi saturada da glória divina, mas na época da manifestação do reino, nossa humanidade será glorificada pela divindade gloriosa dentro de nós. (Witness Lee)



Deixar de dar a Deus o que Ele exige


                Deus requer que nos consagremos a Ele absolutamente e exige que Lhe consagremos nossa esposa e nossos filhos. Também requer que Lhe consagremos nossas atividades e todo nosso dinheiro inteiramente a Ele. Todo cristão quer reservar algo para si. Mas queridos irmãos e irmãs, precisamos perceber que no Antigo Testamento havia a ordenança de dar o dízimo, de oferecer a décima parte; mas no Novo Testamento nossa consagração deve ser de dez décimos. Nossa casa, nossa terra, nossa esposa, nossos filhos e inclusive nós mesmos, precisamos ser consagrados a Deus plenamente.
               Muitos cristãos temem que Deus lhes traga aflições. Havia um cristão que tinha muito temor de consagrar-se a Deus. Ele disse: "Se me entrego a Deus, que acontecerá se Ele me enviar sofrimentos?" Respondi-Lhe seriamente: "Que tipo de Deus você crê que é o nosso Deus? Se um filho desobediente quer honrar os pais e lhes diz que obedecerá daí em diante, você acha que seus pais propositalmente lhe pedirão algo que sabem que o filho não pode fazer? Acha que os pais o farão sofrer de propósito? Se o fazem, então deixam de ser seus pais para serem seus juízes. Mas, se verdadeiramente são seus pais, sem dúvidas cuidarão bem do filho. Você crê que Deus propositalmente lhe trará sofrimentos? Você crê que Deus o enganará? Você se esqueceu de que Ele é seu Pai!" Irmãos e irmãs, somente os que se consagram a Deus têm verdadeiro poder. Eles conseguem entregar seus negócios nas mãos de Deus; são capazes de deixar pai, mãe, esposa e filhos nas mãos de Deus. Podem entregar seu dinheiro nas mãos de Deus. Eles não tomam o que Deus lhes deu para esbanjar no mundo. Eles consagraram a própria vida ao Senhor. Todos, que temem consagrar a Deus seus pertences, seus bens materiais e seus relacionamentos com os outros, ainda não venceram. Quanto mais uma pessoa se consagra a Deus, mais força tem. Aqueles que se consagram a Ele voluntariamente parecem motivar Deus a tomar mais ainda. É como se dissessem a Deus: "Por favor, toma mais". Uma vida consagrada é uma vida de gozo, uma vida de poder. Se uma pessoa não se consagra a Deus, não só peca mas também carece de poder.
(Watchman Nee)

Colocando a formosura no seu devido lugar


                O Rei Assuero era muito poderoso e podemos perceber que agia visando sempre sua própria satisfação. Quando ofereceu banquetes em Susã, ele o fez com o fim de exibir todas as suas riquezas, e com isso ser admirado. Depois, quis também exibir a formosura da rainha Vasti, e diante da recusa dela ele a depôs. Como ficou sem rainha, Assuero escolheu a sua substituta - Ester - entre as jovens mais formosa de seu império (Ester 2:2, 17).
             Assuero representa nosso velho homem, que quer sempre agir segundo o seu desejo e humor, e que também gosta de se exibir. Se a rainha Vasti não fosse tão formosa, o rei Assuero não faria questão de apresentá-la diante do povo. Essa atitude é própria do homem natural que se preocupa apenas com a aparência. Deus, porém, não vê o exterior; Ele vê o interior (Mc 12:14a; 2 Co 5:12; 1 Sm 16:7). O ponto aqui não é menosprezar a formosura, mas é colocá-la no devido lugar. Quer sejamos formosos ou não, o nosso interior, o nosso coração deve ser como o de Neemias, cuja preocupação era Jerusalém, o lugar escolhido por Deus. Assuero valorizava o exterior, portanto, ao exibir a beleza de Vasti, ele mesmo estaria recebendo a glória. Mas a rainha, por causa de sua formosura, orgulhou-se, e isso a tornou rebelde para com o rei. Em Ezequiel 28 lemos que Lúcifer era o formoso querubim da guarda; contudo, quando se orgulhou, ele se rebelou contra Deus e foi rejeitado, destituído de sua elevada posição (vs. 12b-17).
           Realmente esperamos que as irmãs formosas jamais se orgulhem de sua beleza. Não importa quão bonita você seja, você não é superior a ninguém, mas é igual às demais irmãs, pois todas têm a vida de Deus. Quem se orgulha de sua aparência perde muito em relação ao Senhor, pois, em vez de buscá-Lo, gasta o tempo pensando na sua beleza e cuidado dela. Não vamos dar excessiva atenção à nossa aparência, pois ela desperta orgulho, e onde há orgulho há rebelião. Portanto, humilhemo-nos sob a poderosa mão de Deus, para que Ele (não nós mesmos) nos exalte em tempo oportuno (1 Pe 5:6).


Somos Filhos da Luz



"Ao nascermos da luz, que é Cristo, nos tornamos filhos da luz, e não podemos admitir nenhuma treva em nós, nenhum pecado, nenhum sentimento ou desejos malignos. Como filhos da luz devemos andar e agir na luz, buscando sempre o que é agradável ao Senhor ( Ef 5:8-10). Não podemos ser cúmplices das obras das trevas, pelo contrário, devemos reprová-las, pois apenas mencionar o que os pecadores fazem já é vergonhoso (vs.11,12). Tudo o que é colocado sob a luz torna-se exposto, é manifestado por Deus. Por exemplo, se você for reprovado ou criticado por alguém, não importando se essa pessoa tenha ou não razão, não se desculpe nem se justifique, mas vá ao Senhor e pergunte-Lhe:"Senhor, eu sou realmente aquilo que disseram de mim? Senhor, eu dei razão para que falassem aquilo?" Isso fará com que a luz de Deus brilhe sobre você. Se Deus indicar que o que foi dito de você é verdade, esse será o momento de arrepender-se e ser purificado pelo sangue de Jesus. Mas se a luz não reprovar nem condenar você, isso será ainda melhor, pois essa situação de crítica levou você a, uma vez mais, ir ao Senhor e ter comunhão com Ele. Portanto, sempre que formos atribulados, sempre que passarmos por sofrimento ou aflição, devemos buscar a luz de Deus. Se sofremos por causa de pecados, arrependemo-nos; se é uma provação permitida por Deus, devemos louvá-Lo e Nele esperar o livramento"
(Dong Yu Lan)

A flecha e a oração


Em 2 Reis 13:14-19 encontramos uma interessante ilustração sobre a oração. Eliseu disse ao rei de Israel que atirasse flechas contra a terra, e ele o fez apenas por três vezes. Eliseu, então, repreendeu-o dizendo que deveria ter feito aquilo mais vezes, e que, por causa de sua atitude, Deus destruiria seus inimigos apenas por três vezes.
     A oração é nosso arco para o qual temos flechas ilimitadas. No entanto, muitas vezes, gastamos apenas três flechas em determinado assunto e consideramos já ter orado o suficiente. Talvez sejamos atendidos por Deus, mas certamente será muito menos do que aquilo que Ele tinha para nos dar. Nossa oração precisa ser perseverante até recebermos de Deus a totalidade da benção que Ele tem para nós. Precisamos orar insistentemente até o Senhor atender-nos. Certamente a oração perseverante não é fácil, pois é contraria à nossa disposição natural. Mas sem ela não há caminho para uma vida espiritual vitoriosa.
     Eliseu repreendeu o rei, dizendo-lhe que, se ele ferisse a terra mais vezes, Deus derrotaria seus inimigos totalmente. Por vezes oramos por alguma dificuldade, mas na primeira vitória obtida desistimos de orar e consideramos o assunto resolvido. Precisamos perseverar até que Deus elimine totalmente os nossos inimigos. Precisamos continuar usando as flechas até que Deus tenha a vitória completa.
(EM TUDO UMA LIÇÃO/Dong Yu Lan)



O combate é muito mais que uma briga...




A questão da prática.(Lindíssimo!)


 "Um dia, uma centopeia, quando estava para andar, examinou suas pernas para decidir qual deveria mover-se primeiro. Deveria ser uma perna esquerda ou uma direita mover-se primeiro? Seria a oitava ou a décima perna? A centopeia ficou ali parada tentando tomar uma decisão. O problema da mente tornou-se um problema da prática. Por fim, veio o sol. Sem pensar, a centopeia correu para ver o nascer do sol, sem considerar qual perna deveria mover primeiro. Ela esqueceu-se de como andar e simplesmente andou. Quando se foi o problema da mente, o problema da prática também desapareceu."
(Watchman Nee )


Cedro: Símbolo do Cristão


"Os cedros do Líbano que Ele plantou" (Sl. 104:16)


Os cedros do Líbano simbolizam os cristãos, naquilo que se refere a terem sido inteiramente plantados pelo Senhor. Isto é a verdade absoluta de cada filho de Deus. O cristão não é plantado pelo homem, nem por si mesmo, mas é plantado por Deus. A mão misteriosa do Espírito divino fez cair a semente da vida dentro do coração que Ele mesmo preparara para recebê-la. Cada verdadeiro herdeiro do céu pertence ao grande Agricultor que o plantou. Além disso, os cedros do Líbano não dependem do homem para regá-los; eles subsistem nas altas rochas não irrigadas pelo homem; e, no entanto, nosso Pai Celeste supre suas necessidades. Assim é com o cristão que aprendeu a viver pela fé. Ele não depende do homem, mesmo nas coisas temporais; ele espera no Senhor seu Deus pelo seu sustento, e somente nEle. O orvalho do céu é sua porção e o Deus do céu o seu manancial. Mais uma vez, os cedros do Líbano não são protegidos por nenhum poder mortal. Eles nada devem aos homens para serem preservados das tempestades e ventos tormentosos. São árvores de Deus, mantidas e preservadas por Ele, somente por Ele. É exatamente a mesma coisa com o cristão. Ele não é uma planta de estufa, protegido das tentações; ele fica no local mais exposto; não tem refúgio, nem proteção, exceto esta, que as vastas asas do Deus eterno sempre abrigam os cedros que Ele mesmo plantou. Como os cedros, os crentes são cheios de vigor, tendo vitalidade suficiente para estarem sempre viçosos, mesmo no meio das neves do inverno. Finalmente, o florescimento e as majestosas condições do cedro são somente para o louvor de Deus. O Senhor, e somente Ele, tem sido tudo para o cedro e, por isso, Davi, com muita doçura, colocou num de seus salmos: "Louvai ao SENHOR, árvores frutíferas e todos os cedros." (Sl. 148:9) No crente não existe nada que possa glorificar o homem; ele é plantado, nutrido e protegido pela própria mão do Senhor, e a Ele seja atribuída toda a glória.

(Charles Haddon Spurgeon)


"O cristão é plantado, nutrido e protegido pelo Senhor."


O muro.



       Havia um grande muro separando dois grandes grupos. De um lado do muro estavam Deus e os anjos e seu povo. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e seu povo. E em cima do muro havia um jovem indeciso que estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo. O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele: 
     - Ei, desce do muro agora... Vem pra cá! 
     Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás: 
     - O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês? 
     Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu: 
     - É porque o muro é MEU. 
Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono.

O Desfrute de Cristo


"Antes de retornar a casa do pai, o filho pródigo preparou-se para ser tratado como servo e trabalhar todos os dias para o pai: "Já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores" (Lucas 15:19). Mas o pai não quis que o filho trabalhasse para ele e, sim, que festejasse, se banqueteasse com ele. Quando chegamos à igreja, devemos abandonar a ideia de vir para trabalhar. Viemos a casa do Pai, a igreja, para festejar. Na casa do Pai, há uma mesa à nossa espera para virmos e festejarmos. Apenas venha para comer e regozijar-se: "Trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijarmo-nos" (15:23). Só assim o Senhor Jesus ficará satisfeito, o Pai, contente, e nós, repletos. Todos precisamos desse banquete."(JAV)


Andar de modo digno do chamamento


(Efésios 4:1-3)

E assim habite Cristo nos vossos corações, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus (Efésios 3:17-19).

Efésios 3 nos mostra outra oração do apóstolo Paulo: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade” (vs. 14-18).

Essa oração é para que conheçamos o ilimitado amor de Cristo, que excede todo entendimento, e desfrutemos suas medidas imensuráveis: largura, comprimento, altura e profundidade (vs. 17-18). Quem consegue dizer qual é a extensão do comprimento? Quem pode afirmar qual é a dimensão da largura? Ou ainda a medida da altura e a proporção da profundidade? Por isso o amor de Cristo excede todo o entendimento (v. 19).

Graças ao Senhor! Embora Seu amor seja imensurável e exceda todo o conhecimento, podemos desfrutá-lo com todos os irmãos (v. 18). E não apenas isso, podemos ser tomados de toda a plenitude de Deus, isto é, podemos ser enchidos de Deus (v. 19). No versículo 20 lemos: “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós”. Mesmo que não consigamos pedir tudo quando o Senhor tem para nós, nem sejamos capazes de pensar em tudo o que Ele nos quer dispensar, Ele é poderoso para fazer infinitamente mais.

Assim vemos que as bênçãos espirituais que desfrutamos por meio do dispensar de Deus a nós, tais como a escolha e predestinação do Pai, a redenção e o encabeçar do Filho e o selar e o penhor do Espírito, mencionados no capítulo um, tornam-se nossa experiência por meio do amor no capítulo três. Igualmente a salvação descrita no capítulo dois tem por objetivo que conheçamos, experimentemos e desfrutemos esse ilimitado amor mencionado no capítulo três, até que sejamos tomados, isto é, enchidos completamente da plenitude de Deus. Não éramos dignos de Seu amor, mas Ele quis dá-lo a nós. É esse amor que devemos viver na igreja. Individualmente jamais poderemos conhecê-lo ou prová-lo, mas com todos os santos esse amor é nossa porção. Aleluia!

(Alimento Diário)

Jesus, eu sou Sua pra sempre.


"Jesus, Tu me tens completamente... Cada respiração que eu respiro. Eu estou absolutamente em amor. Jesus, eu sou Sua pra sempre,me entrego totalmente Estou absolutamente apaixonada por Ti."

Vem dEle...




“Pois dEle vem a ideia, o movimento, a cor, a rima, o tom, o amor, o sonho e a quimera.

Bendito o que se deu aos nossos corações.”
(Leonardo Gonçalves)

DEUS realiza nossos sonhos.




Como medir sua VIDA...



“Meça sua vida pelas perdas e não pelos ganhos; não pelo vinho consumido, mas pelo vinho oferecido, pois a força do amor se põe em sacrifício de amor, e o que mais sofre mais tem para dar.”
(Hudson Taylor)


És meu tudo!



Na carência és meu suprimento e na fraqueza és meu poder;na prisão me és liberdade;do mal na treva, és minha luz; és meu socorro e esteio sempre; és minha vida e céu, meu tudo!(Charles Wesley)

DEUS quer nos usar HOJE.



Aqui está um princípio básico: se você entrar no que Deus quer fazer em sua geração, você terá o fluir do Espírito. Por outro lado, se você sempre se apegar ao seu passado e exigir que Deus faça o que você considera importante e desejável, você jamais obterá o fluir do Espírito. Estava muito bem ser um Martinho Lutero no século XVI, mas seria insuficiente sê-lo em 1950. Estava muito bem ser uma Madame Guyon no século XVII, mas seria insuficiente ser Madame Guyon em 1950. Ser um Wesley no século XVIII estava certo, mas sê-lo em 1950 é insuficiente. Deus está sempre avançando e cada instrumento preenche a sua função para a igreja. O fluir do Espírito na Igreja está sempre avançando.
(Watchman Nee)


Eis aqui,SENHOR!!!




Dia lindo pra você!!!





Além do conhecimento.



Quando Maria Madalena ficou chorando ao lado do túmulo onde o Senhor fora sepultado, ela se deteve e olhou dentro, e lá viu dois anjos, que lhe perguntaram por que estava chorando. Depois, a Palavra diz: "voltou-se para trás, e viu Jesus em pé, mas não reconheceu que era Jesus" (Jo 20:14). Como pôde acontecer que ela, que antes O conhecera intimamente, não O conhecia agora? Porque Aquele que ela conhecera tão de perto fora crucificado e passara da morte à ressurreição. Ele não podia agora ser conhecido segundo a carne; Ele só podia ser conhecido no espírito. Quando Maria Madalena ficou olhando para Jesus com inconsolável pesar, Ele perguntou: "Mulher, por que choras? a quem procuras?" (v. 15). Os olhos de Maria O haviam visto mas falharam em discernir que era Ele. Agora, seus ouvidos ouviam a Sua voz, mas seu coração e sua mente nada registravam. Nada ocorrera com seus olhos ou com seus ouvidos, mas algo ocorrera com o seu Senhor. Ela precisava de uma nova revelação para ter um conhecimento novo Dele. Jesus então dirigiu-Se a ela, chamando-a pelo nome, e quando Ele disse "Maria", houve reconhecimento imediato e um alegre "Raboni" brotou de seus lábios. Que acontecera? O Senhor Se revelara a Maria ao chamá-la pelo nome. De uma maneira intelectualmente indefinível, Ele levou ao seu espírito o conhecimento de que Ele era o mesmo Jesus que ela conhecia tão bem. Isso é revelação. Assim vemos que a revelação não é recebida mediante os ouvidos, nem pelos olhos, nem pela percepção da mente. É recebida de uma maneira misteriosa, que está além do conhecimento dos ouvidos, olhos e mente.



LOUVOR AO SENHOR...Como a Nossa Oferta de Paz

A maravilhosa redenção de Cristo trouxe-nos paz com Deus e com o homem. Muitos cristãos de fato têm experimentado a primeira parte desta obra dupla de reconciliação, regozijando-se grandemente na paz que temos alcançado para com Deus. Porém, de acordo com Efésios 2:14-17, a cruz de Cristo ainda alcançou para nós a paz também com todos os homens. Gentios e judeus foram reconciliados em um só corpo, e toda inimizade entre os homens foi pregada para sempre na cruz do Calvário.

Alimento Diário

Que DEUS abençoe ricamnte sua vida!


Um servo de DEUS...Charles H. Spurgeon



Sabe-se que a pregação de Charles H. Spurgeon vinha acompanhada de tal eficácia que, a cada três meses, a assistência de cinco mil pessoas no "Metropolitan Tabernade" tinha de ser substituída, afim de haver oportunidade para todos. Contudo, poucos sabem que a preocupação desse humilde servo de Deus pelas pessoas era tal e tão genuína que o seu evangelismo individual ardia como se cada homem fosse o único morador do mundo. Certo crente assim testemunhou a seu respeito:
- Tenho visto auditórios de seis mil e quinhentas pessoas inteiramente levados pelo fervor de Spurgeon.Contudo, ao lado de uma criança moribunda que ele levara a Cristo, achei-o certa vez mais sublime do que quando dominava o interesse das multidões.
De fato, a medida de um encargo genuíno é o zelo consumidor dessa pessoa pelo trabalho oculto, tanto ou mais do que pelo ministério em público. Os servos de Deus no passado se têm destacado por tal amor. O verdadeiro pastor é aquele que deixa as noventa e nove ovelhas sãs de seu rebanho para ir à busca de uma, que se perdeu. Assim era o nosso Senhor Jesus. Após encontrar a pobre ovelha perdida, Ele ainda a punha nos ombros e trazia de volta ao rebanho (Mt 18:10-14; Lc 15:3-7).
Tenhamos, pois, o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus.

Para Meditar...ensinamentos de conto Infantil.



É bem conhecido das crianças o conto da lebre e a tartaruga. Faladora, a lebre gabava-se de ser invencível na corrida. Nenhum animal do seu porte conseguia superá-la na carreira. Já a tartaruga, convicta das vantagens de seu paciente trabalho na questão de locomoção, certo dia resolveu desafiar a lebre para uma corrida de longa distância. Ora, no dia marcado para o duelo, a lebre logo foi
disparando, abrindo tão grande distância da desajeitada tartaruga, que cedo já não se via mais nem sinal da competidora retardatária. Cansada, então, e cheia de confiança, a lebre falou:
- Vou é parar para descansar um pouco. Esta corrida vai ser divertida: descansando, chegarei refeita, de modo que ensinarei uma lição a essa tartaruga, sem sequer me fatigar.
Acomodando-se, pois, confortavelmente à sombra de uma árvore, a lebre foi relaxando, relaxando, até cair no sono. E lá vinha a tartaruga, quase sem se perceber que caminhava. Arrastando-se, passou pela lebre sem fazer barulho, e foi vencendo o terreno que a separava da fita de chegada. Quando, pois, de um pulo, a lebre despertou, em vão tentou ainda recuperar a distância perdida. Era tarde:coube à tartaruga as glórias da vitória.
Pois bem;por esta história vê-se que o segredo está não em disparar, mas em continuar sempre. Embora infantil, o conto acima nos faz lembrar com temor do importante alerta: "Na vossa perseverança, ganhareis as vossas almas"(Lc 21:19). Não nos deixemos vencer pelo sono, ne seduzir pelo conforto: "é na vossa perseverança que ganltareis as vossas almas".

O Consolo nas provações.


Exultar no Senhor



"Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo" (Rm 14:17).
Certa vez, estando todo o povo de Israel reunido para celebrar a festa dos tabernáculos, os levitas liam e explicavam à multidão a lei do Senhor de tal modo, que todos choravam, ao tomar conhecimento daquelas palavras. Esdras, os levitas e Neemias, porém, pondo-se em pé perante o povo, fizeram cessar num instante todo choro, dizendo:
_ Não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força! (Ne 8:4-12).
De fato, o segredo da força espiritual, está no gozo saltitante, no regozijo inefável em nosso Senhor. Devemos dizer muitas vezes por dia: "Senhor! Aleluia!". O livro de Salmos, por exemplo, começa com muitas queixas e lamentos misturados com louvor. No final do livro, porém, chegamos ao trovão de Aleluia! Nos últimos capítulos, todo lamento cessou, e a queixa foi afogada nas torrentes do Aleluia! Assim devemos ser.
"Irmãos, vamos sempre exultar no Senhor"!

Alimento Diário